Texto
Lembrará de mim pelo eterno!
Alguns são capazes se perguntar por vezes o quão será sua longevidade. A vida ─ uma dádiva divina ─ concedida aos homens em busca da continuidade, ao meu ver. De acordo com alguns pensadores, baseados em suas mentes evoluídas, este presente não passa de uma propriedade que caracteriza os organismos cuja existência evolui do nascimento até a morte. Somos então uma demonstração de que nada eterno? Nossa existência tem fim. A carne é consumida, o carbono é degradado e ao fim da noite, não há mais seu ser. É atormentador imaginar o quão insignificante parece ser. A história irá te esquecer. Nós perdemos entes amados a cada segundo que se passa. E não importa o quanto os amamos, ao longo daquilo que define como "vida", os esquecerá. "A história irá te esquecer", ouso repetir em alto e bom som.

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Mensagem por Behati Sch. Miënnleraux em Qua Maio 25, 2016 8:47 pm


don't waste time with a masterpice!
Em Saint Harris, a área de piscina estava decorada com tons claros, em um estilo de lual. A piscina tinha sido limpa no dia anterior, a mando do supremo de Saint Harris, que tinha sido convencida pela a suprema de Miss Rochibaux depois de longas horas brigando, que aquele era um excelente meio de animar a comunidade de Nova Orleans não só de parte sobrenatural, já que convidariam os alunos de fraternidade da faculdade e os alunos de Saint Alice, o colegial. Quando todos os preparativos estavam finalmente prontos, a festa finalmente poderia ter início. Os alunos chegavam, e ambos os supremos se entre olhavam sorridentes, vendo que aquilo dava resultado. Viam pessoas que nunca viram antes, e ambos rezavam para que nada desse errado naquela festa.

avisos!



  • Geral  tem que estar de biquíni, maiô ou roupa de banho. Não me venham com vestidos formais, é uma pool party
  • Nada de cenas +18, somos decentes
  • Se houver violência desnecessária, quem começou e o alvo serão expulsos!




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Re: ─ Keep On Hoping, We'll Eat Cake By The Ocean! ─ Evento Oficial

Mensagem por Autumn Hed.-Forchhammer em Qui Maio 26, 2016 12:11 pm

— Nothing to prove and I'm bulletproof and know what I'm doing. — A canção ressoava pelo carro, sendo acompanhada pela voz da loira. Mantinha o olhar na estrada, dirigindo o carro vermelho com maestria pelas ruas de New Orleans, olhando no gps o tempo todo para ter certeza que estava no caminho certo. O convite para a festa em St. Harris fez Autumn gargalhar ao recebê-lo, deixando as garotas da Kappa Kappa Tau um tanto aflitas, pensando que ela iria surtar.

Já devidamente vestida e maquiada, chegou a Saint Harris, descendo do veículo da maneira mais estilosa possível enquanto segurava a pequena bolsa branca. Bateu a porta da Ferrari, mandando beijinho para os homens do outro lado da rua, soltando uma risada irônica enquanto entrava na academia.

Foi diretamente até a piscina, olhando todos que já estavam presentes. Deu um largo sorriso malicioso e foi até o bar, subindo no mesmo. — Wanheda is back, bitches. — Seu grito chamou atenção de todos presentes, que riram e voltaram a suas atividades. Desceu rapidamente, sentando-se em um dos banquinhos.

Pediu um drink qualquer para o barman, observando as pessoas que considerava mais interessantes que as outras.

Off: vestimenta: x — sozinha, mas bem acompanhada.
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Re: ─ Keep On Hoping, We'll Eat Cake By The Ocean! ─ Evento Oficial

Mensagem por Liam Price Hughes em Qui Maio 26, 2016 12:39 pm

I came to slay bitch


Coming down, dripping candy on the ground



Estranho de se estar no conselho é que quando os supremos brigam acabo sabendo pelos gritos, os resmungos e até a insatisfação que os mesmos tenham sobre alguma coisa. Acho que deveria estar animado de ver brigas próximas, mas a instabilidade não é bem algo saudável de se manter perto. Não gostava de se chamar amigo dos Supremos porque a palavra me causava necessidade de confiança e confiar pra mim não me era comum nem pra mim mesmo.

Deve ser perigoso alguém não puder confiar em si mesmo, mas não me assustava mais e não por costume exatamente. Eu ainda não fugi da cidade, não me “sabotei” nela de nenhuma forma danosa. De alguma forma “mágica” eu acho, tinha uma coisa na academia e até em New Orleans que eu queria manter em minha vida.  Talvez fosse a sede de poder saber mais, não sei dizer, eu só sabia que queria ficar ali. Considerava ficar ali de verdade e cada vez que pensava mais nisso me achava mais louco ainda.

Mesmo tomando os remédios e ainda me achar louco com perigo de surtos era raro, mas comparado com as outras circunstâncias em que estava drogado, minha saúde estava de longe em sua melhor forma. Apesar do emprego e não esse ritmo comum de muitos na academia com estudos, trabalhos mais comuns, eu ainda me sentia quase um estrangeiro só que não um estranho e sim um outro estranho entre vários.

“Nem todos eram naturais da cidade” Pra não dizer que poderiam vir de qualquer lugar do país, e até mesmo do mundo. Haviam algumas meninas com uns sotaques fortes que não me interessava em saber de onde vieram, mas ficava evidente que o inglês talvez não tenha sido a língua materna delas. Voltei pra minha realidade diária quando bateram na porta do meu quarto e me toquei da hora que era.

Não era bem comum me chamarem no quarto, geralmente ou era o apocalipse, ou o preparativo para o mesmo. Dadas as brigas recentes poderia ser bem perto disso e a festa era o início de tudo, ou o colapso de tudo. Me arrumei, ou melhor, me desarrumei vestindo apenas uma bermuda e revendo a higiene pessoal pra não ir com bafo de dragão podre porque a festa já dera trabalho suficiente para que eu estrague por um desleixo.

Sai de casa para a área da piscina e fui aonde? Exatamente, na área de comida. Não pretendia entra na piscina e ficar molhando tudo por onde passasse. Utilizei minha rotina comum com a empatia bloqueada para não me transmitir emoções dos outros e nem passar nada para ninguém por acidente. Minha “sorte” não me pareceu nada especial para a festa, isso podia ser ruim, ou bom, ou apenas um destino ruim com o desfecho já naturalmente planejado. Afastei essas possibilidades da mente e tentei me divertir comendo, rindo um pouco e até olhando mais do que o costume para desconhecidos e não apresentadas garotas que eram satisfatoriamente bonitas.
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Re: ─ Keep On Hoping, We'll Eat Cake By The Ocean! ─ Evento Oficial

Mensagem por Edgar Volkov Cunningham em Qui Maio 26, 2016 2:01 pm




Live and let die

Surpreendente era comparecer a uma nova solenidade elaborada por indivíduos cuja estirpe Edgar vivia a atormentar conforme os anos transcorriam. Soava deliciosamente irônico estar na Saint Harris, infiltrado em meio a tantas presas em seu costumeiro ambiente de congregação — sentia-se como um lobo diante de inúmeras opções de caça. Como fora parar ali? Bem, era essa uma das vantagens de relacionar-se amorosamente com uma figura de evidente importância à raça de bruxos. À convite da parceira, pôde dar-se ao luxo de assomar ao local sem levantar suspeitas. Achava-se, aliás, ainda desacompanhado.

Até onde pôde constatar, tratava-se de um evento amistoso, bastante singelo. Algo de fato impessoal. Ao adentrar o ambiente, deparou com uma quantidade decente de convidados, todos trajando vestes banais, beirando o vulgar. Descobriu-se, com certo prazer insolente, tentado a zombetear aquelas pessoas sorridentes, aparentemente repletas de um sentimento momentâneo de jovialidade e bem-estar. Mal sabiam elas a ameaça inserida na própria festa. Porém Edgar se manteria modesto; preferia preservar a aura de discrição do que ser visto como uma potencial ameaça. E justamente por isso resolveu adequar-se ao clima festeiro, distribuindo falsos sorrisos e acenos ainda mais dissimulados.

A certa altura, ao alcançar a área da piscina, despiu-se das vestes ostensivas para se ver envergando apenas uma sunga preta, admiravelmente neutra. Nessa hora pôde ser contemplado pela aprazível onda de calor do dia que derramava-se ao longo do espaço. Um suspiro exasperado — mesclava um ar de inquietação e satisfação — fez-se ouvir brotando de Edgar. Ele então repôs os óculos escuros na face — item que, de certa maneira, lhe conferia um inequívoco aspecto de superioridade — e permitiu-se marchar até o bar relativamente receptível. Parou somente adiante do balcão, os antebraços plantados na superfície lustrosa, e com um sinal atrevido do dedo, convocou o barman. — Por enquanto, apenas uma dose de vodca, sim? — disse ao sujeito, e sorriu com o mesmo fingimento de antes. Por ora parecia o bastante. Aguardaria pela companheira enquanto, na própria mente, repensava os esquemas a serem postos em prática.

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Re: ─ Keep On Hoping, We'll Eat Cake By The Ocean! ─ Evento Oficial

Mensagem por Aphra Dworzak Innokentiev em Sex Maio 27, 2016 8:28 pm



☾★You are bewitched Bewitched be delight, you'll reach the night dancing and singing to my fiddle★☽









Era um dia quente, Aphra sempre odiou dias quentes.
A água cristalina que fluía da torneira de um restaurante a distraiu durante alguns segundos, enquanto ela molhava o rosto para dissipar o calor. Não era assim na Ucrânia, ela nunca se acostumaria. Olhou a palma da mão durante algum tempo, ela não estava indo bem com as sessões de mediunidade, as pessoas já não se interessavam mais em consultar os entes queridos perdidos por causa de charlatões que mal sabiam fingir. Mas com ela era real, e ela sabia disso. A noite em que destruiu a vida de Sofiya lhe trazia pesadelos sempre que adormecia. Olhou o próprio reflexo no espelho e deu uns tapinhas nas bochechas pálidas que logo ficaram rosadas. Colocou os coturnos novamente após refrescar os pés, ajustou o sobretudo de tecido fino preto nos ombros, bagunçou os cabelos e saiu do banheiro feminino. Enquanto andava pelo salão do restaurante barato observava algumas pessoas e se perguntava se elas se interessariam em um "quer que eu leia sua mão" ou "posso ver seu futuro". Ela não via o futuro, e muito menos lia mãos, mas a credibilidade em suas sessões médium a fazia ter liberdade suficiente para fingir que o fazia. E era engraçado, por parte. No final ninguém realmente acreditava nela.
Ao sair do restaurante virou a esquerda, e caminhou pelas ruas de Nova Orleans com alguma dificuldade, por causa do calor. Sua saia longa e escura, embora parecesse quente, tinha o tecido fino e isso deixava confortável de se usar em dias como aquele. Seus pés já estavam doendo quando, de repente, ouviu um barulho alto. Ela conhecia aquele lugar, ou talvez achasse que conhecia. Algumas pessoas ali eram bem jovens e talvez estivessem interessadas em saber do futuro, quem sabe? Ela estava em um país que desconhecia há quase um ano, vivendo de vidências alheias e mentiras. Ganhava dinheiro em sessões "espíritas" onde conseguia se comunicar com os mortos e dizer, por exemplo, onde ficava a chave do cofre da família para alguém que queria dinheiro. Entrou pelos fundos e tentou se manter alheia às pessoas ao seu redor, algumas lhe pareciam familiares por algum motivo, outras passavam por ela e olhavam feio. "Olha a roupa que ela está usando", comentaram, e ela fingiu que não havia ouvido. Chegando à piscina, onde estava a maior parte das pessoas, permaneceu de pé observando a movimentação, enquanto passava os dedos finos e pálidos pelas mesas, pegando de vez em quando alguma coisa para comer.




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Re: ─ Keep On Hoping, We'll Eat Cake By The Ocean! ─ Evento Oficial

Mensagem por Behati Sch. Miënnleraux em Sab Maio 28, 2016 11:46 pm

paradise
when she was just a girl, she expected the world but it flew away  from her reach so she dream of para, para, Paradise. Everytime she close her eyes.



Depois de uma longa noite em Saint Harris, a morena abriu os olhos, coçando-os, com cautela, vendo-se abraçada pelo o supremo da academia, no quarto do mesmo. Behati pegou a primeira peça que achou no chão, e soltou um gemido de nojo ao perceber que era a cueca. Voltou a procurar algo pelo o chão, e se deu por satisfeita, ao perceber que era a camisa. Cobriu o corpo com ela, e se levantou da cama, e selou os lábios dele, antes de ir para a cozinha da academia.

Assim que chegou a cozinha, pegou algumas coisas para comer, e começou a tomar seu café da manhã. Muito dos alunos, ainda dormiam, e ela ouvia alguns gemidos do andar de cima, revirando os olhos, rindo baixo, enquanto comia. Quando acabou de tomar seu café da manhã, pegou uma bandeja, e preparou um café da manhã que julgou bom o suficiente e com muita comida, um copo grande de café e talheres. Usou da telekinesis para levar a bandeja, já que a mesma estava um pouco pesada, para o quarto do supremo. No momento em que chegou com a bandeja, deixou ao lado do mesmo, pegando um papel e uma caneta, escrevendo um bilhete que dizia ‘Aproveite o café da manhã, eu vou começar a preparar as coisas da festa ― xoxo’.  Saiu do quarto, com a camisa que vestia mesmo, após deixar o bilhete sobre o travesseiro, e fechou a porta com cautela, para não o acordar.


Enquanto organizava as coisas para a festa, sua mente era distraída, ela terminara tudo em pouco tempo, com a maior rapidez que conseguia, sem ter ali, Christopher para lhe distrair, e lhe beijando a cada dez minutos, não que isso fosse ruim. Mas ela queria concentrar-se naquilo. Ela abriu um sorriso satisfeita, ao ver tudo pronto. Olhou o horário. 10:45. Soltou um suspiro cansado, e começou a andar por Saint Harris. Assim que voltou para o quarto do supremo, e o viu acordado, abriu um sorriso, se sentando na cama. ― Não vai comer? Teremos um longo dia hoje, e se eu tiver que te carregar pro quarto, porque desmaiou eu te mato, Prada. ― A morena revirou os olhos, e ficou ali esperando. Assim que o rapaz terminou de comer, bateu pequenas palmas satisfeitas, e lhe deu um beijo demorado. Pegou a roupa, que tinha separado na manhã anterior para si, e foi se trocar.


Assim que se trocou, e apareceu de biquíni no quarto, em frente ao bruxo, ela o viu com uma expressão surpresa, e a boca em um completo O. ― Não há nada que não tenha visto antes, então fecha a porra da boca. Eu estou com vergonha já. ― Behati corou, pegando o cardigã. Se cobriu com ele, colocando o colar e os brincos, além do sapato e os óculos de sol. Estendeu o braço para o mesmo, e ambos saíram do quarto, após o rapaz se trocar, e começaram a preparar os ajustes finais. Quando terminaram, foram para um canto, onde se sentaram. A bruxa, sobre o colo do rapaz, que lhe abraçava a cintura, enquanto esperavam convidados aparecerem.




but it flew away from her reach and the bullets catch in her teeth, life goes on, it gets heavy the wheels breaks the butterfly every tear is a waterfall in the stormy night, she’ll close her eyes , in the stormy night away she flies, and dreamed of Paradise.





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Re: ─ Keep On Hoping, We'll Eat Cake By The Ocean! ─ Evento Oficial

Mensagem por Naomi S. Hwang em Dom Maio 29, 2016 12:42 pm




//Olhe a sua volta novamente, nem tudo é o que parece ser. //

sphynx dreams;

Observava meu reflexo no pequeno espelho que havia no cubículo que era nomeado como banheiro. O barulho da água pingando da torneira que se encontrava meio aberta inundava meus ouvidos e me deixava distante. Minha imaginação permitiu fazer do espelho como um portal que me levaria até meu passado, minha mãe estava lá. Eu podia ver todos os rostos novamente, mas não estavam correndo, a expressão de pânico havia abandonado seus rostos, não haviam gritos. Minha mãe estava na loja e eu me encontrava pulando no quarto por algum motivo que não me recordo. Me preparei para pular na cama e um buraco negro tomou o seu lugar, aos poucos foi me engolindo e eu afundei naquela escuridão.

Meu tórax se contraiu em uma inspiração profunda, senti o ritmo do meu coração diminuir e em seguida toda o ar escapuliu pelos meus lábios. Pisquei inúmeras vezes e agora eu retornara a ver meu reflexo no espelho, mas desviei meu olhar para as gotículas que saiam da torneira, tinha medo de que minha imaginação me pregasse peças novamente. Abri a torneira e juntei ambas as mãos, peguei um pouco da água que caia e inclinei meu corpo um pouco para baixo, jogando a água que havia em minhas mãos em meu rosto em seguida. Fiz esse gesto umas três vezes seguidas e fechei a torneira, puxei a toalha de rosto que ficava presa atrás da porta e o enxoguei.

Eu me encontrava trajando um biquini branco com um alguns detalhes em preto na parte dos seios e a parte de baixo era totalmente preta. Sim, eu iria para a festa que iria ter na academia Saint Harris por dois simples e mero motivos. O primeiro, e o mais evidente, era de que eu necessitava distrair minha cabeça, ultimamente eu tenho andando muito distante. Bom, o segundo motivo era de que eu precisava me atualizar, saber quais eram os assuntos que rondavam, alunos bêbados soltam qualquer coisa. Sim, eu odiava aquela música alta, as conversas sem noção e muito menos aquele bafo de bebida que exalaria da boca daqueles seres, mas era algo que me serviria de muita utilidade, não podia jogar uma oportunidade dessas fora.

Soltei meu cabelo que antes estava preso em um coque alto e as mechas caíram em ondas onduladas por cima de meus ombros. Coloquei a toalha no lugar e abri a porta, saindo do banheiro e encarando a roupa que estava esticada na cama. Peguei o vestido com cautela para não o amarrotar e o coloquei, peguei o arco de flores que estava pendurado na maçaneta da porta do quarto e a coloquei com cuidado em minha cabeça. Peguei a bolsa que continha algumas coisas que me seriam úteis e transpassei a alça dela pelo meu braço direito, deixando-a pendurada em meu ombro. Calcei meus sapatos e peguei as chaves, andei até a porta, girei a maçaneta e me retirei do quarto de hotel. Me virei para trancar a porta e segui com cautela o caminho até a academia. Caminhar me daria tempo de convencer meu psicológico a tentar me tornar sociável, ao menos só por hoje.

Mal havia virado a esquina e eu já podia ouvir a música, a medida que eu me aproximava aquela batida ia inundando meus ouvidos. Respirei fundo tentando abandonar a tensão e deixar uma expressão calma em meu rosto. - Bom dia! - Falei com um sorriso tão largo que chegou a doer minhas bochechas. O homem me observara por alguns meros segundos e logo me deu passagem, se fosse na outra academia seria atirada para fora. Assim que atravessei a porta pude sentir o chão tremer nas partes que as batidas da música se intensificavam, haviam quatro caixas de sons gigantescas espalhadas pelo lugar e eu lutava contra a tentação de estoura-las. Percorri com o olhar as pessoas que já estava por ali, a azaração já estava correndo solta na beira da piscina. - Banheiro.. - Murmurei e comecei a vasculhar alguma porta que tivesse a sinalização do banheiro feminino.

Ao adentra-lo a música diminuiu assim que a porta fechou atrás de mim, sorri aliviada e me guiei até uma das cabines. Retirei com calma o vestido e o dobrei com cautela, o coloquei por dentro da bolsa e retirei dentro dela um roupão nas cores branco e cinza. O coloquei e sai da cabine ainda fechando a bolsa. Nas horas que as outras meninas entravam a música inundava o lugar, mas logo a paz retornava ao fechar da porta. Arrumei meus cabelos negros e treinei alguns sorrisos assim que as meninas entraram na cabine, seria estranho se me vissem fazendo isso. Andei até a saída do banheiro e suspirei antes de abrir a porta. Assim que o fiz a música retornou a inundar meus ouvidos, lutei contra a tentação de voltar para o banheiro e comecei a explorar o lugar. Era um tanto diferente da academia que havia frequentado, mas era bonito. Meu olhar se fixava nas pessoas ora ou outra, mas nada que pudesse chamar a atenção.



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Re: ─ Keep On Hoping, We'll Eat Cake By The Ocean! ─ Evento Oficial

Mensagem por Sun Hed.-Forchhammer em Dom Maio 29, 2016 9:29 pm




S.U.N




'hey, help me?
Mais um dia qualquer, sem nada de interessante para fazer. Sun estava entediado e como de costume, teclando com um de seus únicos amigos. As pernas esticadas sobre o sofá e a cabeça deitada sobre a almofada davam indícios de uma pessoa dominada pela preguiça. Os olhos piscavam rapidamente, queria tirar um cochilo por pelo menos cinco minutos. Infelizmente, Sun teve uma péssima madrugada, teve insônia e não dormiu nada, por isso não estava em um de seus melhores dias, afinal, seu mal humor era notável. Seria triste se algum de seus irmãos o cumprimentassem e ele não desse aquele sorriso simpático. O celular não parava de vibrar, Sebastian estava persistente quanto a ida do outro para o festejo que estava acontecendo, mas o principal problema é que Sun sempre foi uma espécie de humano fóbico, preferia ficar sozinho em qualquer espaço pequeno utilizando de um aparelho eletrônico ou uma boa companhia para jogar fora.
~ Início do bate-papo ~

Sebastian: Vai ser legal, aparece lá.

Sun: Espero não me arrepender, sabe que eu não gosto dessas coisas.

Sebastian: Da uma chance Sun, aproveita a festa.

Sun: Se você estivesse na minha frente agora, juro que você levava uma almofadada na cara.

Sebastian: Nem vem Sunzinho, você é inofensivo, todos sabem.

Sun: Eu desisto.

Sebastian: Para de cu doce e levanta essa bunda desse sofá, pois eu sei bem que você ta jogado sem fazer nada.

Sun: Ué, to falando contigo.

Sebastian: Isso não conta, agora vai lá, corre pra festa e me mande fotos.

Sun: Como assim mande fotos? Você não vai?

Sebastian: Tenho outros compromissos, se é que você me entende.

Sun: Você é um cachorro isso sim.

Sebastian: Au au.

Sun: Tchau, idiota.

Sebastian: Tchau, se divirta.
~ Fim do bate-papo ~

Sun colocou o aparelho celular no bolso e vestiu um casaco sobre a camiseta, colocando a toca sobre seus cabelos para esconder um pouco de seu rosto. Estava tremendo, mas não de frio e sim de nervosismo, tinha problemas com sua timidez e isso era apenas um aspecto que o separava da vida sociável. Caminhou desgovernado pela sala, abrindo a porta com cuidado, mas apressando os passos para sair daquele ambiente. Avistou de longe a movimentação e percebeu que grande parte dos alunos estavam vestidos com trajes de banho, mas o moreno era uma exceção, por mais que soubesse que era uma pool party, ainda sim se sentia desconfortável em ficar de sunga na frente dos colegas de fraternidade. Sun se aproximou em silêncio, sentando numa mureta que não haviam muitas pessoas, exceto alguns casais as escondidas, dando aqueles beijos calorentos. Envergonhado com as cenas que avistava, o jovem tentou apenas se concentrar no que sabia fazer muito bem: parecer que não existia.

Com o celular em mãos, Sun mandou uma mensagem ao amigo, mas provavelmente o outro estaria com alguma de suas ficantes. Amigo hétero galinha, este era o apelido carinhoso que o moreno dava a Sebastian, mas ainda sentia desconfiança dele ser bissexual, contudo, nunca tentou descobrir.

~ Início do bate-papo ~
Sun: Isso ta um saco.

Sebastian: Tira a roupa amiguinho, vai pra piscina, pega geral e beba bastante.

Sun: Não sou esse tipo de pessoa, você sabe.

Sebastian: Então mude.

Sun: Chato.

Sebastian: Realista.

Sun: Ok, ok, me convenceu vou tomar alguma coisa.
~ Fim do bate-papo ~

O jovem saiu andando a procura de um daqueles rapazes que ficavam entregando os drinks para os festeiros. Sun sempre foi péssimo com bebidas alcoólicas, por isso evitava tomar, sabia que se alterava fácil. - Hey, um copo por favor. - Pronunciou o garoto pegando o recipiente e jogando garganta a baixo todo o líquido que continha ali. Sua garganta queimou, seu corpo tremeu e um calor estranho subiu em sua cabeça. Envergonhado com o que poderia fazer se continuasse bebendo, Sun terminou com o que tinha naquele copo e não pegou outro, pois percebeu que começou a ficar zonzo.





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Re: ─ Keep On Hoping, We'll Eat Cake By The Ocean! ─ Evento Oficial

Mensagem por Kendrick Tully em Seg Maio 30, 2016 11:01 am




insomnia




'Cause when the night begins to fall I watch the shadows growing tall Feeding my insomnia like a fly on the wall
Quer forma melhor de dar as boas-vindas à sua nova escola do que em uma festa? Conhecer pessoas novas, fazer amizades, beijar umas bocas, hoje era o dia da pool party!


Era 7 da manhã quando Kendrick acordou. O garoto levantou da sua desconfortável cama feita de carvalho escuro em seu dormitório na Saint Harris Academy e caminhou até o banheiro onde ligou a ducha, despiu suas roupas e iniciou um banho quente. Quando acabara o seu banheiro estava repleto de vapor, passou a mão no espelho e sorriu vendo seu reflexo molhado, enxugou seus cabelos castanhos com uma toalha e caminhou de volta para o seu quarto.
Em meio da caminhada até o seu roupeiro, o garoto deixou a toalha cair revelando a sua nudez, abriu o seu roupeiro e pegou uma sunga de cor azul em uma gaveta, vestiu-a. Em seguida se vestiu com um shorts branco e uma regata preta, pegou uma toalha limpa e passou-a em volta do pescoço.
Caminhou até a saída de seu quarto, desceu as escadarias que dava para o hall de entrada e notou que a casa estava estranhamente vazia e silenciosa, exceto por um “tum tum tum” que fazia o chão tremer. Em passos lentos e um tanto sem animação, caminhou até a porta dos fundos que dava acesso à piscina, abriu-a e o barulho de conversa + musica invadiu seus ouvidos, assim como o cheiro de protetor solar e bebida invadiu suas narinas, o garoto suspirou.
Kendrick caminhou esbarrando entre as pessoas (cumprimentando algumas) até a parte norte da piscina onde parou e observou as pessoas em sua volta. Notou uma garota que também observava as pessoas e por um momento seus olhares se cruzaram, o garoto deu um sorriso simpático para a garota e caminhou até ela.
A jovem era baixa, pele extremamente pálida, com bochechas rosadas e traços coreanos. A garota pareceu esticar a sua coluna e semicerrar os olhos quando viu Kendrick indo em sua direção.
Kendrick, aproximando dela disse oferecendo-lhe a mão para um beijo rápido: - Olá senhorita!




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Re: ─ Keep On Hoping, We'll Eat Cake By The Ocean! ─ Evento Oficial

Mensagem por Naomi S. Hwang em Seg Maio 30, 2016 5:21 pm




//Olhe a sua volta novamente, nem tudo é o que parece ser. //

sphynx dreams;

Dei quatro passos para ao lado ao ver um grupinho correr em direção a piscina. Em fração de segundos eles se jogaram contra a água e a mesma espirrou para tudo quanto é lado, atingindo as pessoas que estavam em volta. Respirei fundo e retirei minhas sandálias, a água havia espirrado em meus pés e só Deus sabia a lama que aquilo formaria. Permaneci segurando o calçado com a mão esquerda até me aproximar da arquibancada. Coloquei o calçado na parte acimentada e minha bolsa coloquei por cima do estofado azul que formava o assento.  Abri um pouco o roupão, não queria sair dali com a marca dele no corpo, mas não cheguei a tira-lo. Retornei a observar as pessoas a minha volta e reprimi uma risada ao ver uma garota escorregar e atingir em cheio o chão com a bunda.

Analisava com cautela e discrição cara rosto presente no local e acabei obtendo uma surpresa, também estava sendo observada. Por um instante nossos olhares se encontraram e eu pude notar o sorriso que se desenhara nos lábios dele. -Ai meu Deus... - Murmurei ao ver o rapaz vir em minha direção e tentei esboçar uma expressão agradável e calma. Conforme o rapaz ia se aproximando os traços de seu rosto iam ficando mais nítidos, um belo moreno. Encarei por uns instantes a mão que ele erguera em minha direção e levei a minha até a dele. -Olá... bonito sol, não é? - Eu lutei contra todas as forças que residiam em mim para não me estapear, que tentativa de puxar assunto havia sido aquela? Decidi ficar quieta. Caso ele respondesse a pergunta idiota talvez ainda houvesse chance de sair uma conversa decente dali, caso contrário ele riria da minha cara e sairia andando.


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