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Lembrará de mim pelo eterno!
Alguns são capazes se perguntar por vezes o quão será sua longevidade. A vida ─ uma dádiva divina ─ concedida aos homens em busca da continuidade, ao meu ver. De acordo com alguns pensadores, baseados em suas mentes evoluídas, este presente não passa de uma propriedade que caracteriza os organismos cuja existência evolui do nascimento até a morte. Somos então uma demonstração de que nada eterno? Nossa existência tem fim. A carne é consumida, o carbono é degradado e ao fim da noite, não há mais seu ser. É atormentador imaginar o quão insignificante parece ser. A história irá te esquecer. Nós perdemos entes amados a cada segundo que se passa. E não importa o quanto os amamos, ao longo daquilo que define como "vida", os esquecerá. "A história irá te esquecer", ouso repetir em alto e bom som.

[RP FECHADA] Poisoned apple ( 30.05.2016 )

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[RP FECHADA] Poisoned apple ( 30.05.2016 )

Mensagem por Aphra Dworzak Innokentiev em Seg Maio 30, 2016 1:51 pm


poisoned apple

Esta RP é feita por Aphra, Brianna e Lee, em Forest House, 805. Se passa no período atemporal, às quatro da madrugada do dia 3 de Junho. A RP é fechada para os participantes, o clima está extremamente frio por conta da densa floresta, e o conteúdo é livre.


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Re: [RP FECHADA] Poisoned apple ( 30.05.2016 )

Mensagem por Lee Jinwoo em Seg Maio 30, 2016 5:59 pm




Expectation
Neomu na sojung han saram

  Deixamos a festa, na companhia uma da outra, bem antes do céu cobrir-se de azul marinho e as estrelas se apagarem uma a uma. Estávamos ando lentamente pelas ruas nas proximidades de Saint Harris. Observei a garota que havia conhecido durante a festa com seus cabelos um pouco assanhados rebolando pelo vento gélido; os meus cabelos por outro lado, estavam úmidos, havia entrado várias vezes na piscina; Nós nos movemos meio que cambaleando pelas ruas “desertas”, deixando os edifícios onde passávamos para trás como se fossem borrões. Eu assistia a garota rir e babosear baixo, sobre uma coisa que não conseguia escutar, mas me fez sorri da expressão que ela fazia. Meu rosto esquentou quando notei a mesma me fitando. Não conversamos muito, pois eu não sabia o que dizer, parecia que me faltava palavras. Estava um pouquinho fora do meu normal por causa das latinhas de cerveja que não recusei-me a tomar na festa.
Boa parte do tempo continuava álgido, eu captava isso da cintura pra baixo, porque só vestia somente as duas partes do biquíni, acobertado por meu casaco cor branco e ele não esquentaria meu corpo por inteiro. Se eu conseguisse ter controle sobre a minha temperatura, seria bom... Mas ainda não sabia com usar a minha, "Criocinese adormecia”, brinquei em mente com aquele titulo.

Abracei meu corpo com um braço, na tentativa de espantar o frio; a outra loira provavelmente também sentia-o, pois fazia o mesmo que eu.

Atravessamos na faixa de pedestres e fitamos um carro de coloração prata e adesivos animados. Avistamos na curta distância, que a porta estava aberta e a chave ainda estava na ignição. Esse tipo de coisa normalmente não aconteceria se fosse em um dia normal. Dei um sorriso malicioso para menina e entrei no carro. Pensei que ela fosse me repreender, mas então ela abriu a porta de passageiro e também entrou.
Vestimos o cinto de segurança, quase que num estante. Segurei o volante usando as duas mãos... Iniciei a partida e o carro fez seu movimento pela estrada. Freie por nada, cincos vezes, mas depois consegui pegar o jeito. Era a segunda vez em que colocava minhas mãos na direção de um carro de verdade. A primeira fora em um jogo de corrida num videogame. Acho que essa não conta, mas foi bem realista.

Toda adrenalina que pulsou em um só segundo me fez suar frio; meu coração agitou-se um pouco, pois nunca tinha feito algo semelhante como: roubar um carro. E outra, a minha parceira de crime era bem bonita. Sentada no bando de passageiro ela em cada minuto sorria gentilmente para mim. Provavelmente, não demoraria para que meu nervosismo disparasse. Via-a pelas pontas dos meus olhos escuros, normalmente mais fechados; aqueles lábios que a mesma tinha parecia ter um certo brilho e não era pela cor do batom que usava, podia afirmar isso. Contudo, a presença, seus gestos, começara há mexer com o meu emocional. Relembrei que quando mais nova, pensava que não era pirada o suficiente para compreender o que levava uma pessoa a gosta de outra, ou esse sentimento que todos nomeiam: “amor romântico”, pensei alto... Talvez porque nunca haveria o experimentado, experimentando me apaixonar por alguém. Depois do meu incidente aos doze, passei a me interessava pelas pessoas, pois simplesmente gostava de me fixar nos ideais delas, mas nunca houve sentimentos fortes, somente curiosidade por trás das minhas perseguições alheias... Entretanto, como poderia me envolver com alguém se nem ao menos a cena de anos atrás “pode ser esquecida”, “desaparecer por completo”?
Estava pensativa assim que sintonizei a rádio do automóvel para uma estação de música clássica, com todo cuidado do mundo para não bater o carro.
Gosto de músicas clássicas, elas te fazem ficar relaxada... Tenho uma coleção de discos. – Virei o rosto para mesma, confessando.



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