Texto
Lembrará de mim pelo eterno!
Alguns são capazes se perguntar por vezes o quão será sua longevidade. A vida ─ uma dádiva divina ─ concedida aos homens em busca da continuidade, ao meu ver. De acordo com alguns pensadores, baseados em suas mentes evoluídas, este presente não passa de uma propriedade que caracteriza os organismos cuja existência evolui do nascimento até a morte. Somos então uma demonstração de que nada eterno? Nossa existência tem fim. A carne é consumida, o carbono é degradado e ao fim da noite, não há mais seu ser. É atormentador imaginar o quão insignificante parece ser. A história irá te esquecer. Nós perdemos entes amados a cada segundo que se passa. E não importa o quanto os amamos, ao longo daquilo que define como "vida", os esquecerá. "A história irá te esquecer", ouso repetir em alto e bom som.

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Mensagem por Meera Lië. Hohenzollern em Qua Jun 22, 2016 12:14 pm

just like Animals... devil


A postagem ocorre entre  Meera e Alpha, e está fechada para qualquer um que não tenha sido convidado por uma das envolvidas. Passando-se em  uma chuvosa noite do dia 22 de Junho, no quarto de Alpha em Saint Harris, New Orleans.

O conteúdo é restrito e a postagem está em andamento.

❝ Baby I'm preying on you tonight hunt you down, eat you alive ❞
plaidatheart
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Re: — [RP FECHADA +18] — So If I Run It's Not Enough, You're Still In My Head Forever Stucked

Mensagem por Meera Lië. Hohenzollern em Qua Jun 22, 2016 6:01 pm


Queen
in the night she's dancing to relieve the pain
she will never walk awat!
A
A festa que Meera tinha ido, extremamente agitada e animada, era algo que a fazia se sentir mais livre e animada, e isso ela adorava. Estava bem vestida, afinal, era uma festa, e oque ela adorava, e isso a agradava. E ela aproveitou. Dançou, beijou, bebeu. E ela bebeu um pouco demais, até. Instintivamente, assim que se notou bêbada ao máximo, decidiu que era a hora de cessar sua noite, e começou a sair do clube em que estava. Seus passos eram cambaleantes, mas em um ponto, ela parou, e gritou. — Ah, caralho, tinha que ter começado a chover mesmo, eu não sou obrigada! — A raiva de Meera naquele momento, era imensa.

Enquanto ela tentava correr para algum lugar que poderia lhe abrigar de salto alto, ela parou novamente, e tirou os sapatos. Segurando-os, continuou a correr. Seus passos agora, eram mais largos, mais rápidos. Ela provavelmente ficaria doente, porém isso não era o essencial. Seu vestido novo, tinha estragado. E sua raiva, apenas aumentava. Sua corrida apenas parou, quando se viu em um prédio conhecido seu, a Academia de Saint Harris. Meera sorriu. Correu até a entrada da casa, tirando seu celular da bolsa, ligando para Alpha, o único que talvez no mundo, a aguentasse. Ela esperou poucos toques, até que fosse atendida, pela a voz do rapaz. — Alpha, eu realmente espero que não esteja dormindo, e que acorde. Dá para vir abrir a porra da porta? Eu estava embaixo dessa chuva, estou molhada, meu vestido novo estragou, e provavelmente vou ficar doente, então coopera, né docinho. — Meera revirou seus olhos entediada, enquanto encarava a porta branca, e só ouviu um muxoxo indecifrável do rapaz, que desligou. A morena guardou seu celular, torceu seu cabelo, para tirar o excesso de água do cabelo, e esperou. Algum tempo depois, viu o rapaz, não resistiu, e mesmo molhada, o abraçou, e lhe beijou o rosto. — Meu lindo salvador! — Sorriu novamente, e entrou na casa, fechando a porta. Assim que ela se abrigou ali, e se ajeitou, com delicadeza, puxou o rapaz para o quarto dele, pois por ele ser mais alto que si, ele conseguia lhe transmitir mais calor e lhe aquecer. — Essa é uma hora muito ruim para você não controlar direito a Pyrokinesis, sabia? — Ela arqueou a sobrancelha, e quando finalmente viu a porta do quarto dele, a abriu.

Ela tremeu com frio, e o encarou, enquanto esfregava seus braços, na tentativa de se aquecer. Com um sorriso tímido, o encarou. — É... Alpha, tem algo que esteja seco, que eu possa vestir? E... Se importa se eu tomar banho? — Quando terminou de falar, ela soltou um espirro. — Maravilha, eu vou mesmo ficar doente... — Ela sussurrou para si mesma, enquanto esperava-o. Recebeu uma toalha, uma camisa dele, e uma blusa de moletom, e para ela, isso bastava. Foi para o banheiro anexo, onde tomou um banho rápido, e aproveitou, para lavar seus cabelos. Quando terminou, tirou sua roupa molhada, deixando-a sobre um banco que tinha ali, e vestiu a camisa e o moletom, por baixo da roupa íntima, que estava seca. Saiu dali, com a toalha sobre os cabelos, e estendeu os braços para Alpha, como se pedisse por um abraço. Sentou-se na cama dele, e o olhou. — Obrigada, eu acho, por cuidar de mim. — Sorriu, e enrolou-se sobre as cobertas dele.

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Re: — [RP FECHADA +18] — So If I Run It's Not Enough, You're Still In My Head Forever Stucked

Mensagem por Alpha Hed.-Forchhammer em Qui Jun 23, 2016 4:43 pm

One night, yeah, and one more time. Thanks for the memories, thanks for the memories. "See, he tastes like you only sweeter".


“É nesse momento, para aproveitar essa chuva gostosa para dormir, que vou fazer aquela maratona básica de séries na Netflix”, as palavras rodearam sua mente ao longo dos pensamentos alheios e sem importância, assim como aquele era. “O que eu tô fazendo da minha vida?”, se perguntou enquanto a mão tateou o controle da tv que iluminou o quarto penumbroso, assim, ele foi revelado usando somente uma cueca box, porque é o seu traje padrão para ir dormir. Circundou o local com os olhos, estes que logo foram direcionados até a janela que somente tinha o vidro abaixado. Gostava de ter um vislumbre do lado de fora da casa durante a noite, além de olhar para o céu. — Quem está chegando aqui? — Soltou o murmúrio próximo à janela, notando que alguém adentrou o quintal e andou até a porta de entrada.

No instante seguinte o seu celular tocou. Nisso, percebeu que era Meera quem o ligava, então atendeu. — Eu estou acordado, mas estava indo dormir. Segura um segundo que vou abrir a porta para você. — Um suspiro pesado escapou antes de findar a ligação. O moreno arrastou os pés até a entrada, depois de ter descidos as escadas e caminhar mais um pouco. A destravou e girou a maçaneta, então deu de caras com a mais baixa completamente encharcada. — Não tem guarda-chuva? — Curvou a sobrancelha durante a indagação, então posteriormente riu baixo. — Entra aí. Mi casa es su casa. — Deu espaço para que Meera entrasse, e fechou a porta novamente.

Se viu sendo puxado para o seu quarto após isso. Não demorou alguns segundos para ambos chegarem até o mesmo. — Não sou um incendiário para querer controlar o fogo. Prefiro curvar as pessoas a minha voz. — Respondeu com as mãos nos bolsos, sorrindo de canto. O conselheiro percebeu que ela tremulava com o frio, além das roupas estarem molhadas, coisa que a prejudicaria. — Sim, sim. Pode tomar banho, o banheiro fica logo ali. — Apontou para uma porta no canto direito, esta que levava para o banheiro privado de Alpha. Em seguida a entregou algumas roupas dele. — Saúde. — Libertou em um tom tênue quando escutou o espirro.

Enquanto a garota se banhava, ele, por sua vez, foi até a cozinha e preparou um chá para curá-la. Retornou até doutra estar completamente pronta, esperou sentado na beirada da cama com a caneca com o líquido em mãos. — Para você, vai impedir que fique doente. — Estendeu, aguardando que bebesse. O conteúdo aquoso foi ingerido com certa velocidade pela mais baixa de madeixas avelãs que, após o fazer, abriu os braços, como pedisse por um abraço. Então Alpha fez, a abraçou ao envolver o físico alheio com os braços que foram pousados nas costas dela.

Se deitou ao lado dela que tinha feito aquilo primeiro. — Quer dormir aqui? Aproveitar que está aqui e não posso deixar que você vá embora com essa chuva aí fora. — Sibilou enquanto a fitava pelos rabos dos olhos. Mordiscou o canto do lábio inferior ao ouvir o som do silêncio inquietante. — Aqui está muito calado. — Comentou ao mesmo tempo em que removeu que eram usados como outro travesseiro para seu crânio.

Então se virou o bastante para que seu corpo ficasse sobre dela. Apoiou os braços ao lado dos ombros da mesma, além do joelho esquerdo que foi colocado ao lado da coxa enquanto o direito entremeia as pernas. Inclinou-se o suficiente para murmurar algo no seu ouvido. — Que tal fazermos algum barulho? — Durante o dizer a palma deslizava com lentidão contra a coxa desnuda de Meera, acariciando a pele suave e macia com ternura. Levou-a para a região, mas íntima, dando mais foco no ato naquele local em específico. Seus lábios capturaram a parte da epiderme da lateral do pescoço, degustando o ávido sabor delirante que há nela. A parte tomada foi sugada com as contrações musculares da cavidade bucal do conselheiro que, também, mordiscava ao dar certas pressionadas com seus dentes. Aproveitou para ajeitar sua posição, colocando seu corpo entre os membros inferiores alheios e, então, roçava seu membro contra o dela.
 

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Re: — [RP FECHADA +18] — So If I Run It's Not Enough, You're Still In My Head Forever Stucked

Mensagem por Meera Lië. Hohenzollern em Qui Jun 23, 2016 8:38 pm


Queen
in the night she's dancing to relieve the pain
she will never walk away!
O
quarto de Alpha, para Meera, era o segundo melhor lugar do mundo, além de seu próprio quarto, pois ela sabia, que enquanto estivesse ali, nenhum mal iria lhe acontecer, e isso para ela, era a melhor coisa que poderia pedir. Até que isso, a animava. E a Academia de Saint Harris, estranhamente, lhe fazia se sentir mais protegia que Miss Rochibaux, talvez por ter mais contato com os rapazes que as moças. Ela achava aquele lugar mais acolhedor, talvez pela a modernidade que exalava, e talvez pelo o cheiro até inconfundível, masculino, do lugar. E por ela, moraria e dormiria ali, nem que fosse no porão da Academia.

A morena estava com frio, e a chuva a assustava, ela tinha medo de trovões, e isso a deixava apavorada. Seu maior medo, era quando dava apagões, e ela estava sozinha em algum lugar. Ela acabou por sorrir, enquanto ouvia o rapaz, completamente distraída, da chuva que caía. Assim que recebeu a roupa, e o ouviu lhe desejando saúde, após espirrar, mostrou-lhe o dedo médio da mão destra, antes de adentrar o banheiro. ― Não me diga saúde, eu vou ficar doente de qualquer jeito, queridinho. ― Revirou seus olhos, adentrando o banheiro, onde despiu-se, e assim, pôde tomar seu banho.

Enquanto ela se banhava, tinha percebido a porta do quarto batendo, e o medo percorreu sua espinha. Odiava ficar sozinha em dia de chuva, se não fosse ver séries. Assim que acabou de tomar seu banho, enrolar seus cabelos, sobre a toalha, e trocar-se, ela saiu do quarto, e soltou um suspiro aliviado, ao ver Alpha voltando. Ela não tinha dito nada, mas tinha realmente notado o modo que o rapaz estava vestido, e isso a fez morder o próprio lábio inferior, um pouco envergonhada. Talvez por ser o primeiro momento, que não imaginava mais que um rapaz cuidando de uma jovem que tinha saído na chuva, que coincidentemente, era a pessoa mais importante em sua vida.

Sentou-se na cama do rapaz, tomando a xícara de suas mãos, e virou-a sem pestanejar e sem pensar demais, pondo-a, embaixo da cama do rapaz, pois sabia bem que caso ficasse na mesa de cabeceira, iria quebrar, já que quando dormia, ela algumas vezes, se mexia até demais. Depois que guardou o copo, estendeu os braços, em um pedido silencioso por abraço, que logo foi atendido, e ela se sentiu mais quente. Ela tinha se deitado na cama, e o viu deitar-se, e abriu um pequeno sorriso, deixando que a coberta que usava, cobrisse a ambos, e riu, quando o ouviu. ― Você deve ser muito burro, se acha que eu vou tomar chuva de novo. Com certeza vou passar a noite aqui. ― Mordeu o próprio lábio inferior, enquanto sorria para ele. ― E eu não tinha guarda-chuva. Quando eu saí de Miss Rochibaux não parecia que ia chover, não tinha sinal disso, então nem levei o guarda-chuva. ― Explicou-se, depois de lembrar-se de um dos comentários anteriores do moreno, e ajeitou-se ali, deixando a cabeça sobre seu peito, e fechou seus olhos.

Quando o ouviu, foi tirada de seu devaneio, e as palavras dele, tinham feito-a rir. Ela observou cada uma das movimentações do rapaz com atenção, e suas mãos ficaram sobre a barra da cueca que o mesmo usava, o tempo todo. Mordeu seu lábio inferior, quando o ouviu, e riu baixo, sussurrando para ele. ― Vamos, precisamos... Me esquentar, não? ― Ela ainda sorria de modo malicioso para ele, ao mesmo tempo que sentia a mão macia e o toque sobre sua coxa, não resistiu em arfar com o toque sobre a região de seu pescoço, enquanto levava seus lábios para a pele do ombro ao seu pescoço do rapaz, começando a beijar aquela região de modo necessário, e uma vez ou outra, dava uma mordida naquela área e sugava aquela área, de forma que uma marca se formasse ali, e sorria satisfeita, com o que fazia, sentindo a mão dele sobre a sua região intima, a fazendo gemer baixo, e aproveitou para passar suas mãos para as costas dele, aproximando-o mais de si, após o mesmo posicionar-se melhor sobre si. Enquanto sentia o contato do membro do maior, ainda coberto sobre o seu, aquilo tinha sido o suficiente, para a fazer soltar um gemido um pouco mais alto, afastou-se dele, por tempo o bastante, para que pudesse tirar o agasalho, e a camisa que vestia, então, voltara a lhe deixar beijos, pela a região do pescoço.


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Re: — [RP FECHADA +18] — So If I Run It's Not Enough, You're Still In My Head Forever Stucked

Mensagem por Alpha Hed.-Forchhammer em Qui Ago 18, 2016 5:39 pm

One night, yeah, and one more time. Thanks for the memories, thanks for the memories. "See, he tastes like you only sweeter".


A separação espacial entre o casal se deu quando a bruxa afastou-se o suficiente para que pudesse fazer a remoção de certas peças do seu vestuário – casaco e camisa -, assim, somente com roupa íntima. No processo, ele a acompanhou com olhar obsceno, fitando a dança sensual. A camisa foi o auge, a cada botão desabotoado lhe dava o ar da graça da derme abdominal feminina, até o ponto em que se viu sem aquilo. Um sorriso composto puramente por sádica malícia ao dar origem numas arqueaduras sutis nos cantos da boca masculina; a mulher exibia um corpo de formato invejável, devido ao seu feitio polido com perfeição, um olhar de perceptível safadeza salientado pela colorização do fosco platinado de suas íris atraentes enquanto voltava para próximo a ele – sobre o seu colo -. Antes disso, levou as mãos à bainha da própria cueca, como ameaçasse a tirar tal peça repentinamente. Mas não. Não agora.

Cada um dos joelhos de Hohenzollern, posicionados nos flancos do quadril dele, a sustentou naquela posição excitante. As palmas do rapaz sobrepuseram-se em certas regiões estratégicas do físico dela: a canhota escorria calmamente através das costas, tendo as unhas cravadas na carne voluptuosa da fêmea; vezes e outras as arrastavam ao longo de toda a extensão volátil, o que ocasionava em formas lineares escarlates como tatuagens, mesmo sendo arranhões de tesão. — Tire o seu sutiã. — O tom ganhou tom autoritário, nem precisava usar o seu Concilium, pois tinha certeza de que ela faria o ordenando. Nesse instante, agarrou a calcinha de renda de Meera e a puxou com força bruta, rasgando-a durante. — Assim que eu gosto. — O timbre vocal se manteve rouco, além de grave, constantemente. Contemplava a forma feminina em seu estado natural – a nudez – ao mesmo tempo em que friccionava as dentárias na superfície do lábio inferior da mais bela, acompanhando por sucções precisas. Os dedos, no processo, passearam através do ventre dela, não tardou muito para que atingisse à vagina, atritando-os ali antes mesmo de penetrar.  

O sinônimo do prazer desejável era perceptível com a explanação dos ruídos inconstantes saturados por satisfação com a introdução e remoção do dedo singularmente e progressivamente. Em vaivém, entrou e saiu da cavidade feminina. A proliferação dos sonidos excitantes gerava este mesmo efeito de consequência ao causá-lo nela. A melodia do timbre acanhado da mulher, a sua respiração sem permanência comum - intervalos sem uniformidade -, contorções corporais; tudo intensificava a luxúria quase que explosiva e impulsiva do homem, notável pelo formato volumétrico do seu membro peniano latente guardado na veste ínfera, a qual com a mão livre foi retirada. Avançou para mais embaixo. Toques labiais se distribuíram ao longo do abdômen alheio, em pontos. A umidade bucal gradativamente se propagava, como aquela localizada no âmago da mais baixa. Quando o descente chegou à altura necessária, estava de fronte à concavidade donde antes, e ainda, estocava com o extremo médio do palmo.

Somente, exclusivamente, com desejos carnais em seus pensamentos lascivos, um sorriso de completa obscenidade se formava nos lábios inchados do homem pertencente ao conselho. Removeu de lá. Colocou-o em sua boca, degustando o ávido sabor adocicado e indecente do membro vaginal. — Muito bom. — O comentário trivial era dito ao mesmo tempo em que ele esfregava o líquido exuberante, transparente e um pouco viçoso dum artelho noutro. A língua então veio à tona, sendo liberta à atmosfera, embora que não ficou desocupada por muito tempo. Ela se chocava contra a intimidade, sendo lambida com simultaneidade, certas vezes também chupava os beiços da região. Entretanto, por fim, com um lamber vertical, atravessou desde o ponto de partida até a lateral do pescoço, percorrendo pela barriga, seios, clavícula. — Senta e rebola. — Novamente ordenou, encaixando a glande na entrada do âmago de Meera, esperando que fizesse o solicitado.  

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Re: — [RP FECHADA +18] — So If I Run It's Not Enough, You're Still In My Head Forever Stucked

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